Maior portal de informações e serviços sobre precatório no Brasil

Observatório de precatórios

Todos os números desta página declaram o que contam e o que não contam. A definição completa de cada indicador está em metodologia.

Portal conferiu as fontes em 07/09/2026, 10:01. Conferir não significa que houve mudança.

Requisições conhecidas

686.435

cobertura atual da base

Com valor publicado

198.566

28.9% do total · cobertura insuficiente

Estoque conhecido (nominal)

R$ 67,6 bi

soma nominal de valores com datas-base diferentes — não é valor a preços de hoje

Com pagamento registrado

127.664

requisições distintas com evento de pagamento publicado

Como ler o estoque. Ele soma apenas os 198.566 registros cujo valor alguma fonte publicou. Os outros 487.869 existem, mas nenhuma fonte publicou valor para eles — e ausência não é zero. Por isso o estoque é um piso conhecido, não o total devido.

Como anda a fila

Situação financeira das requisições conhecidas

Cada requisição está em um destes estados, conforme o que a fonte publicou.

Aguardando o ente destinar recursos464.585 (67.7%)Com pagamento publicado127.664 (18.6%)Sem situação publicada pela fonte94.186 (13.7%)
SituaçãoRequisições
Aguardando o ente destinar recursos464.585 (67.7%)
Com pagamento publicado127.664 (18.6%)
Sem situação publicada pela fonte94.186 (13.7%)

Fonte: base própria, a partir de publicações dos tribunais e do DataJud/CNJ.

A leitura mais importante deste gráfico é a terceira barra. Requisições sem situação publicada não são requisições paradas: são requisições sobre as quais a fonte não diz nada. Somá-las às que aguardam recursos inflaria a fila; tratá-las como pagas a esvaziaria. Por isso elas ficam à parte.

Quanto vale um precatório

Distribuição dos valores publicados

Base: 198.566 requisições cujo valor alguma fonte publicou.

Até R$ 10 mil10.248 (5.2%)R$ 10 mil a R$ 100 mil60.224 (30.3%)R$ 100 mil a R$ 1 milhão125.115 (63.0%)Acima de R$ 1 milhão2.979 (1.5%)
Faixa de valorRequisições
Até R$ 10 mil10.248 (5.2%)
R$ 10 mil a R$ 100 mil60.224 (30.3%)
R$ 100 mil a R$ 1 milhão125.115 (63.0%)
Acima de R$ 1 milhão2.979 (1.5%)

Fonte: base própria. Valores nominais, com datas-base diferentes — não estão a preços de hoje.

Valor médio

R$ 340.492

Valor mediano

R$ 125.456

A média engana, e a diferença aqui é grande. Ela é 2.7× a mediana, porque poucos precatórios muito grandes puxam o número para cima. Metade das requisições com valor publicado está abaixo de R$ 125.456. Quando alguém cita "o valor médio de um precatório", costuma estar descrevendo um caso que não é o da maioria das pessoas na fila.

Onde estão os precatórios

O recorte é pela sede do tribunal, não pelo endereço de quem recebe nem pelo ente devedor. Um precatório de município paulista aparece em São Paulo porque é lá que ele tramita — a leitura correta é “requisições nos tribunais daqui”, e não “dívida deste estado”.

Requisições por estado, nos tribunais estaduais

Quantas requisições a nossa base tem em tribunais sediados em cada unidade da federação.

Acre: 10 — nenhum valor publicado pela fonteAlagoas: 103 — nenhum valor publicado pela fonteAmazonas: 3.825 — nenhum valor publicado pela fonteAmapá: 35.482 — nenhum valor publicado pela fonteBahia: 56.412 — nenhum valor publicado pela fonteCeará: 28 — nenhum valor publicado pela fonteDistrito Federal: sem registro na cobertura atualEspírito Santo: 11 — nenhum valor publicado pela fonteGoiás: 26 — nenhum valor publicado pela fonteMaranhão: sem registro na cobertura atualMinas Gerais: sem registro na cobertura atualMato Grosso do Sul: sem registro na cobertura atualMato Grosso: 809 — nenhum valor publicado pela fontePará: 20 — nenhum valor publicado pela fonteParaíba: 215 — nenhum valor publicado pela fontePernambuco: 15.730 — nenhum valor publicado pela fontePiauí: 10.373 — nenhum valor publicado pela fonteParaná: sem registro na cobertura atualRio de Janeiro: sem registro na cobertura atualRio Grande do Norte: sem registro na cobertura atualRondônia: 22.104 — nenhum valor publicado pela fonteRoraima: sem registro na cobertura atualRio Grande do Sul: sem registro na cobertura atualSanta Catarina: 19.320 — nenhum valor publicado pela fonteSergipe: 12.658 — nenhum valor publicado pela fonteSão Paulo: 228.025 — nenhum valor publicado pela fonteTocantins: 18.543 — nenhum valor publicado pela fonte

Quanto mais escuro, mais requisições. Estados em cinza não têm requisição na parte da base que já cobrimos — isso descreve a nossa cobertura, não a ausência de precatórios lá.

EstadoRequisiçõesDetalhe
São Paulo228.025nenhum valor publicado pela fonte
Bahia56.412nenhum valor publicado pela fonte
Amapá35.482nenhum valor publicado pela fonte
Rondônia22.104nenhum valor publicado pela fonte
Santa Catarina19.320nenhum valor publicado pela fonte
Tocantins18.543nenhum valor publicado pela fonte
Pernambuco15.730nenhum valor publicado pela fonte
Sergipe12.658nenhum valor publicado pela fonte
Piauí10.373nenhum valor publicado pela fonte
Amazonas3.825nenhum valor publicado pela fonte
Mato Grosso809nenhum valor publicado pela fonte
Paraíba215nenhum valor publicado pela fonte
Alagoas103nenhum valor publicado pela fonte
Ceará28nenhum valor publicado pela fonte
Goiás26nenhum valor publicado pela fonte
Pará20nenhum valor publicado pela fonte
Espírito Santo11nenhum valor publicado pela fonte
Acre10nenhum valor publicado pela fonte

Sem registro na cobertura atual (9): Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul.

Fonte: base própria, a partir de publicações dos tribunais e do DataJud/CNJ.

O mapa conta requisições, e não valor, por um motivo que vale dizer: a maioria dos tribunais estaduais que cobrimos não publica o valor. Colorir o mapa por dinheiro pintaria de branco estados com dezenas de milhares de precatórios — o que seria falta de publicação lida como ausência de dívida.

O que o mapa não mostra: a esfera federal

Os Tribunais Regionais Federais não cabem no mapa — cada um cobre vários estados (o TRF da 1ª Região sozinho alcança treze unidades da federação). Temos requisições de 5 deles, e é justamente aí que está quase tudo o que se sabe sobre valor e sobre pagamento.

Requisições federais

262.741

Estoque publicado

R$ 67,6 bi

em 198.566 requisições

Pagamentos publicados

127.664

Isso muda como se lê tudo o que veio antes. Todos os eventos de pagamento da nossa base estão na esfera federal — os TRFs publicam listas de pagos, e os tribunais estaduais que cobrimos, em regra, não. Não é que os estados não paguem: é que não publicam em formato que dê para conferir.

Quanto já foi pago, por estado

Não dá para publicar esse percentual hoje, e o motivo importa. Nenhum dos 18 estados com registro na nossa base tem lista de pagos coletada — os 127.664 pagamentos que conhecemos estão todos na esfera federal. Dividir pagos por total em qualquer um deles devolveria 0,0%, e esse zero seria da nossa coleta, não do estado. Preferimos não publicar um número a publicar um número que significa outra coisa.

O que foi pago, ano a ano

Valor pago por ano, entre os pagamentos publicados

Conta eventos de pagamento com valor e data publicados pela fonte.

2026R$ 7,9 mi2025sem fonte coletada2024R$ 4,5 bi2023R$ 15,6 bi2022R$ 5,1 bi
AnoTotal pagoObservação
2026R$ 7,9 mi56 pagamentos · média R$ 141.541
2025sem fonte coletadaNenhuma fonte com lista de pagos deste ano foi coletada. Não é zero pagamento — é ausência de dado.
2024R$ 4,5 bi14.811 pagamentos · média R$ 303.002
2023R$ 15,6 bi77.718 pagamentos · média R$ 200.602
2022R$ 5,1 bi35.078 pagamentos · média R$ 146.502

Fonte: eventos de pagamento publicados pelos tribunais e coletados pela plataforma.

Lacuna conhecida: 2025. As listas de pagos que coletamos vão até 2024 (TRF4 e TRF2) e retomam em 2026 (TRF3). Nenhuma fonte com pagamentos de 2025 entrou na base — então a barra é vazia por falta de coleta, não porque os tribunais deixaram de pagar. Deixamos o ano visível justamente para o vazio não passar por zero.

Estes números descrevem o que conseguimos ver, não o total pago no país. Nem todo tribunal publica lista de pagos, e os que publicam usam formatos e periodicidades diferentes. Um ano com menos pagamentos aqui pode significar menos pagamento — ou menos publicação. A página de cobertura mostra o que cada fonte publica.

Como o pagamento acontece

Entre a sentença e o dinheiro na conta há seis etapas. Saber em qual delas o seu precatório está explica muito mais que qualquer estimativa de data.

  1. 1

    O processo termina e o valor é apurado

    A condenação transita em julgado e o valor é calculado nos autos. Enquanto houver discussão sobre a conta, não há precatório — há execução em andamento.

    Varia com o processo; a discussão sobre a conta costuma ser a etapa mais longa antes da fila.

  2. 2

    O juiz requisita e o tribunal expede o precatório

    O juízo da execução pede o pagamento ao presidente do tribunal, que expede o precatório e o autua com número próprio.

    Semanas a meses após a definição do valor.

  3. 3

    Entra no orçamento do ente devedor

    Precatório apresentado até 2 de abril entra na proposta orçamentária do ano seguinte. Apresentado depois dessa data, entra na do ano subsequente — um ano inteiro de diferença por causa do calendário.

    De 9 meses a quase 2 anos, só por efeito do calendário orçamentário.

  4. 4

    O ente repassa o dinheiro ao tribunal

    Estar no orçamento não é ter sido pago. O ente precisa efetivamente transferir o valor ao tribunal, respeitando o limite anual que a regra vigente lhe impõe.

    É aqui que a fila trava quando o passivo é maior que o teto anual do ente.

  5. 5

    O tribunal paga na ordem cronológica

    Dentro do exercício, paga-se na ordem de apresentação — com as preferências na frente: pessoas com 60 anos ou mais, com doença grave ou com deficiência, e créditos de natureza alimentar até o limite legal.

    Depende da posição na fila e do quanto o ente repassou naquele ano.

  6. 6

    O titular levanta o valor

    O dinheiro é depositado em conta à disposição do juízo e liberado ao titular ou a quem estiver habilitado nos autos. Nenhuma taxa é cobrada para essa liberação.

    Semanas após o depósito, conforme a conferência de habilitação.

E quando o ente não paga?

Existem mecanismos previstos em norma. Nenhum deles é automático, e cada um tem um limite prático — listar o remédio sem dizer o quanto ele funciona cria expectativa falsa.

Sequestro de verba pública

Se o ente não repassa o valor devido, ou paga fora da ordem cronológica, o presidente do tribunal pode determinar o sequestro da quantia — bloqueio direto em conta do ente para pagar o precatório preterido.

Limite: Não é automático nem geral: depende de requerimento, de comprovação da preterição ou da omissão, e alcança o valor daquele precatório, não a fila inteira.

Constituição Federal, art. 100, §6º

Retenção de repasses e restrição de crédito

O descumprimento do regime de pagamento sujeita o ente a consequências fiscais, como retenção de transferências e impedimento de contratar operações de crédito e receber garantias da União.

Limite: São sanções ao ente, não pagamento ao credor: elas pressionam, mas não colocam dinheiro na conta de quem espera.

Constituição Federal, art. 100, §10 e ADCT

Compensação com dívidas do próprio credor

Em programas específicos, o crédito de precatório pode ser usado para quitar débitos inscritos em dívida ativa do mesmo ente, conforme a regra de cada programa.

Limite: Só vale contra o MESMO ente devedor e dentro de programa vigente. Precatório federal não quita dívida estadual, e vice-versa.

Constituição Federal, art. 100, §11

Acordo direto com deságio

Entes em regime especial podem abrir câmaras de conciliação ou leilões em que o credor recebe antes, aceitando receber menos.

Limite: É troca de tempo por dinheiro, e a decisão é do credor. Um deságio de 40% significa abrir mão de quase metade do crédito para não esperar.

Constituição Federal, art. 100 e ADCT art. 102

Intervenção federal ou estadual

O não pagamento de ordem judicial é hipótese constitucional de intervenção da União no estado, ou do estado no município.

Limite: O STF exige demonstração de descumprimento VOLUNTÁRIO e intencional: entes que comprovam incapacidade financeira, em geral, não sofrem intervenção. Na prática é remédio raro.

Constituição Federal, art. 34, VI e art. 35, IV

Por que a regra mudou quatro vezes em 16 anos

Quem entrou na fila sob uma regra frequentemente espera sob outra. Esta é a sequência.

  1. 2009

    EC 62 institui o regime especial

    Cria parcelamento em até 15 anos, leilões e acordo direto. Parte dos dispositivos foi declarada inconstitucional pelo STF nas ADIs 4357 e 4425, com modulação de efeitos.

  2. 2017

    EC 99 prorroga o prazo

    Estende o regime especial e fixa novo prazo para quitar o estoque acumulado.

  3. 2021

    EC 113 e EC 114 mudam correção e teto

    A correção passa a ser pela Selic e o pagamento federal fica submetido a limite anual de despesa — o que alonga a fila quando o passivo cresce mais que o teto.

  4. 2025

    EC 136 troca prazo por percentual da receita

    Revoga o prazo final de quitação e amarra o pagamento a um percentual da Receita Corrente Líquida (1% a 5%). A correção passa a IPCA mais 2% ao ano, com teto na Selic.

Por tribunal

A comparação só vale entre tribunais com cobertura equivalente. Quem tem cobertura insuficiente aparece na lista de baixo — sem dado não é sem dívida.

Estoque conhecido por tribunal, entre os comparáveis
TribunalRequisiçõesCom valorEstoque nominal
TRF da 1ª Região31.573100.0%R$ 27.634.359.963,06
TRF da 3ª Região45.45586.6%R$ 16.468.453.526,62
TRF da 2ª Região24.200100.0%R$ 8.763.776.331,63

Fora da comparação por cobertura

Tribunais com cobertura insuficiente para comparação
TribunalRequisiçõesCom valorSituação
TRF da 4ª Região161.13564.2%cobertura parcial
Tribunal de Justiça da Bahia56.4120.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Rondônia22.1040.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Santa Catarina19.3200.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Pernambuco15.7300.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Sergipe12.6580.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Piauí10.3730.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Amapá35.4820.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Tocantins18.5430.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Amazonas3.8250.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Mato Grosso8090.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Minas Gerais0cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça da Paraíba2150.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Alagoas1030.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Ceará280.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de Goiás260.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Pará200.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Espírito Santo110.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Acre100.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça de São Paulo228.0250.0%cobertura insuficiente
TRF da 6ª Região3780.0%cobertura insuficiente
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro0cobertura insuficiente
TRF da 5ª Região0cobertura insuficiente

Por ano orçamentário

Período = ano orçamentário declarado pela fonte. Registros sem ano publicado ficam fora desta série e continuam contados no total geral.

Requisições e estoque nominal por ano orçamentário
AnoRequisiçõesCom valorEstoque nominal
202670.926100.0%R$ 44.096.021.419,53
202514.474100.0%R$ 2.243.656.303,44
202437.665100.0%R$ 9.316.279.885,57
202328.922100.0%R$ 4.154.755.915,29
202246.577100.0%R$ 7.794.946.352,51
20201100.0%R$ 4.511.094,81
20181100.0%R$ 430,51
20151100.0%R$ 5.899,80

Baixar a série em CSV — o arquivo traz o contrato do indicador no cabeçalho.

Por unidade da federação

O recorte é pela sede do tribunal, não pelo domicílio do devedor: a vara onde o processo tramita não determina quem deve.

Indicadores desta página

Requisições conhecidas v1.0
Quantas requisições a base cobre, independentemente de terem valor publicado.
Unidade: requisicoesUniverso: Toda requisição registrada no modelo canônico, com identificador válido ou legado reconhecido.Período: Sem recorte de período: é o acumulado da cobertura atual.Data-base: Não se aplica — é contagem, não valor.Campos exigidos: identificadorFórmula: contagem distinta de requisiçõesBase usada: 686.435 de 686.435 registros
Estoque conhecido (soma nominal) v1.0
Soma dos valores de referência confirmados. É soma NOMINAL: junta valores com datas-base diferentes, sem correção monetária.
Unidade: reaisUniverso: Requisições com valor de referência confirmado por alguma fonte.Período: Acumulado da cobertura atual.Data-base: Cada valor conserva a própria data-base. A soma é nominal e NÃO deve ser lida como valor a preços de hoje.Campos exigidos: valor_referenciaFórmula: soma de valor_referencia onde valor_status = confirmedBase usada: 198.566 de 686.435 registros
Cobertura de valor v1.0
Que fração das requisições conhecidas tem valor publicado por alguma fonte.
Unidade: requisicoesUniverso: Todas as requisições conhecidas.Período: Acumulado da cobertura atual.Data-base: Não se aplica.Campos exigidos: identificadorFórmula: requisições com valor confirmado ÷ requisições conhecidasBase usada: 686.435 de 686.435 registros
Requisições com pagamento registrado v1.0
Requisições para as quais existe evento financeiro de pagamento publicado por fonte oficial. Conta REQUISIÇÃO, não evento: repasse, depósito e saque do mesmo crédito não somam.
Unidade: requisicoesUniverso: Requisições com pelo menos um evento de pagamento registrado.Período: Por ano do evento, quando a fonte publica a data.Data-base: A data do evento é a da fonte; não é a data em que o portal conferiu.Campos exigidos: evento_pagamentoFórmula: contagem distinta de requisições com evento de pagamentoBase usada: 127.664 de 686.435 registros
Requisições aguardando recursos v1.0
Situação financeira publicada como aguardando recursos.
Unidade: requisicoesUniverso: Requisições cuja situação financeira foi publicada por alguma fonte.Período: Situação corrente, conforme a última coleta.Data-base: Não se aplica.Campos exigidos: financeiroFórmula: contagem de requisições com financeiro = awaiting_fundsBase usada: 464.585 de 686.435 registros

5 indicadores publicados. A definição versionada de todos está em metodologia.